Três regiões do Paraná estão sob alerta do Inmet para tempestades fortes entre a madrugada deste sábado (3) e domingo (4), dia da eleição. Para reduzir o risco de problemas nos locais de votação, o TRE-PR armou um esquema de contingência que une Simepar e outros órgãos parceiros.
Radar, satélite e sensores de raios vão alimentar um centro de monitoramento do tribunal, que acompanha a situação minuto a minuto. A isso se somam câmeras espalhadas por zonas eleitorais em várias partes do estado, que dão à equipe uma visão direta do que ocorre em cada local de votação.
A previsão indica que a chuva mais forte deve se concentrar na madrugada, principalmente nas regiões Oeste, Sudoeste e Noroeste, com tendência de enfraquecimento a partir da manhã — mas sem descartar chuva ao longo de todo o domingo. Com o acompanhamento em tempo real, o tribunal pode agir antes que uma ocorrência afete a votação, em vez de só reagir depois do problema.
Geradores e baterias reforçam a prevenção
Geradores e baterias extras já foram distribuídos para regiões consideradas mais vulneráveis às chuvas, e a Copel foi avisada sobre a previsão de instabilidade.
Mesmo sem energia elétrica, as urnas funcionam sozinhas por 10 a 12 horas graças à própria bateria; os geradores entram como uma camada extra de segurança caso a falta de luz se prolongue. O TRE-PR também prevê ajustes na organização dos locais de votação e no fluxo de eleitores caso haja alagamentos.
Mudanças já afetam locais de votação
O monitoramento prévio já levou a mudanças antes mesmo do domingo. Em União da Vitória, mais de 9,5 mil eleitores tiveram o local de votação alterado por causa de alagamentos. Segundo o TRE-PR, Candói e Adrianópolis também tiveram ajustes.



