O deputador Federal Filipe Barros, do PL, e o ex-procurador federal, Deltan Dallagnoll, do Novo, foram eleitos senadores pelo estado do Paraná. Com 94% das urnas apuradas, Filipe Barros já chegava próximo dos três milhões de votos, seguido de Deltan Dallagnoll, com pouco mais de 2,7 milhões de votos. Filipe passou dos 27% dos votos válidos enquanto Deltan Dallagonoll passou de 25% dos votos válidos.
Filipe e Deltan superaram Alexandre Curi, do Republicanos, que fez 16,66% e Gleisi Hofmann do PT, que chegou a 13,25% dos votos válidos. Dr Rosinha, do PT, somou 9,98% e Crisitina Graemel, 6,36%.
Filipe Barros construiu carreira política em Londrina
Filipe Barros, do PL, começou a carreira política em Londrina. Formado em Direito pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), foi eleito vereador em 2016. Dois anos depois, chegou à Câmara dos Deputados, após receber o apoio de Jair Bolsonaro para disputar a eleição.
Barros foi reeleito deputado federal em 2022, quando recebeu 249.507 votos no Paraná. Durante os dois mandatos na Câmara, ocupou posições de liderança partidária e presidiu a Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional. Em 2026, deixou a disputa pela Câmara para concorrer ao Senado.
Deltan Dallagnol ficou conhecido pela Lava Jato antes de entrar na política
Deltan Dallagnol, do Novo, construiu a primeira parte da carreira no Ministério Público Federal. Natural de Pato Branco, no Paraná, é formado em Direito e atuou por quase duas décadas como procurador da República. Ele ganhou projeção nacional como um dos principais integrantes da força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba.
Em 2022, Dallagnol entrou na política e foi eleito deputado federal pelo Paraná. O mandato, porém, terminou em 2023, quando o Tribunal Superior Eleitoral confirmou a perda do cargo. Depois, deixou o Podemos e se filiou ao Novo. Em 2026, voltou a disputar uma eleição no Paraná, desta vez para o Senado, e foi eleito.



