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Economia

Gás de cozinha pode ficar mais caro no Paraná em setembro

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O gás de cozinha deve ficar mais caro no Paraná a partir de 1º de setembro. É o que informa um comunicado do Sindicato dos Revendedores das Distribuidoras de Gás do Estado do Paraná (Sinregás-PR), que calcula quanto esse aumento pode pesar no bolso das revendas — e, possivelmente, no preço pago pelo consumidor.

Segundo a entidade, o botijão de 13 quilos (o P13, o mais usado nas casas) deve ficar entre R$ 7,50 e R$ 9 mais caro para as revendas.

Por que o preço vai subir

Vários fatores estão pesando ao mesmo tempo. As distribuidoras e engarrafadoras vão reajustar o valor cobrado das revendas. Além disso, entra em vigor a nova Convenção Coletiva de Trabalho, que aumenta os custos com motoristas, ajudantes e demais funcionários do setor. O sindicato ainda cita gastos com combustível, manutenção da frota, seguros e taxas obrigatórias.

Quanto sobe em cada botijão

O impacto muda de acordo com o tamanho do botijão:

  • P13 (residencial): de R$ 7,50 a R$ 9
  • P20: de R$ 11,50 a R$ 13,80
  • P45 (usado em comércios e condomínios): de R$ 25,96 a R$ 31,15

O consumidor vai pagar mais?

Ainda não dá para saber ao certo. O sindicato deixa claro que esses valores são uma estimativa do aumento de custo para as revendas — não é uma tabela de preço nem uma ordem para reajustar o botijão. Cada revenda decide, por conta própria, se vai repassar esse valor ao cliente e quanto vai cobrar.

Segundo a entidade, o impacto real pode variar de revenda para revenda, dependendo da região, do volume vendido, da distância até o local de abastecimento, da estrutura de frota e funcionários, dos impostos pagos e do acordo que cada uma tem com sua distribuidora.

O Sinregás-PR afirma que não define nem sugere preços, e recomenda que as revendas revisem seus custos e margens para se adaptar às mudanças que começam em setembro.