Cinco homens armados invadiram a casa de uma família brasileira na manhã de segunda-feira (19), no bairro María Auxiliadora, em Ciudad del Este, no Paraguai. O grupo rendeu uma mulher quando ela saía com as filhas para a escola, entrou na residência e agrediu o marido dela, de 52 anos, com uma coronhada na cabeça. Os assaltantes procuravam US$ 60 mil que acreditavam estar no imóvel, mas, como não encontraram o dinheiro, roubaram joias, documentos, cartões de crédito e a caminhonete da família.
A abordagem começou do lado de fora da casa, quando a mulher foi interceptada pelos criminosos e obrigada a voltar para dentro do imóvel. Segundo o jornal paraguaio Última Hora, um dos homens a puxou pelos cabelos e a empurrou para a residência. O marido contou ao ABC Color que estava no banheiro quando foi surpreendido pelos invasores, que usavam capuzes, roupas camufladas e carregavam armas longas.
Durante o assalto, o brasileiro foi atingido na cabeça com uma coronhada e ficou desacordado por alguns minutos. Os criminosos vasculharam a casa à procura do dinheiro, mas deixaram o local levando objetos de valor e pertences da família.
Criminosos roubaram joias e caminhonete
Segundo o relato da vítima, os assaltantes procuravam US$ 60 mil. Como não localizaram a quantia, roubaram duas pulseiras de ouro, a aliança do brasileiro, documentos da esposa e cartões de crédito.
Na fuga, o grupo levou uma Toyota Fortuner pertencente à família. A caminhonete foi encontrada abandonada e recuperada pela Polícia Nacional do Paraguai. Conforme o Última Hora, os homens chegaram à residência em um Volkswagen Gol prata, deixado nas proximidades do imóvel.
Câmeras registraram movimentação do grupo
Imagens de câmeras de segurança registraram a movimentação dos assaltantes e estão sendo analisadas para ajudar na identificação dos envolvidos. Equipes de Investigação e Criminalística foram acionadas para recolher evidências na residência e no local onde a caminhonete foi encontrada.
O Ministério Público paraguaio também foi comunicado sobre o caso. Até a divulgação das informações pelos veículos locais, não havia confirmação de suspeitos presos.



