O Hemepar está reforçando o pedido para que paranaenses façam doações de sangue dos tipos O positivo (O+) e O negativo (O-). As duas tipagens estão com os estoques reduzidos e a reposição é necessária para manter o atendimento aos hospitais do Estado.
Responsável pelo fornecimento de hemocomponentes para mais de 380 hospitais públicos e filantrópicos, o Hemepar destaca que as doações precisam ocorrer de forma contínua. Uma única bolsa pode beneficiar até quatro pessoas e ser utilizada em situações como emergências, cirurgias, tratamentos contra o câncer, transplantes e atendimento a pacientes com hemofilia.
O sangue O negativo tem papel importante em atendimentos de emergência porque pode ser utilizado quando ainda não há tempo para identificar a tipagem sanguínea do paciente. Já o O positivo é o tipo mais comum entre a população brasileira e, por isso, apresenta uma demanda elevada na rede hospitalar.
Onde fazer a doação?
As coletas são realizadas em 23 unidades da Hemorrede Paranaense, distribuídas por diferentes regiões do Estado.
Entre os municípios com unidades estão Curitiba, Ponta Grossa, Cascavel, Londrina, Maringá, Guarapuava, Foz do Iguaçu, Pato Branco, Francisco Beltrão, Campo Mourão, Umuarama, Apucarana, Paranaguá, Toledo, Paranavaí, Telêmaco Borba, União da Vitória e Jacarezinho.
A coleta leva aproximadamente 7 a 10 minutos, com retirada de cerca de 450 ml de sangue. Depois do procedimento, o doador recebe um lanche e deve permanecer no local por pelo menos 15 minutos.
Quem pode doar?
Podem doar pessoas entre 16 e 69 anos, com peso superior a 51 quilos e que estejam em boas condições de saúde. Menores de 18 anos precisam estar acompanhados de um responsável legal. Também é necessário apresentar documento oficial com foto.
Homens podem doar até quatro vezes ao ano, respeitando intervalo mínimo de 60 dias. Para mulheres, o limite é de três doações em 12 meses, com intervalo de 90 dias.
Quem teve gripe ou resfriado deve esperar sete dias após o desaparecimento dos sintomas antes de realizar a doação.
Para organizar o atendimento e evitar filas, a Secretaria de Estado da Saúde recomenda que os voluntários façam o agendamento antecipado pela internet.



