Uma pesquisa do IRG Pesquisas, divulgada nesta sexta-feira (4) pelo Grupo RIC, mostra Sergio Moro (PL) na liderança da disputa pelo governo do Paraná. O mesmo levantamento também mediu as intenções de voto para o Senado no estado.
O levantamento está registrado no TSE sob o número PR-02179/2026. Foram ouvidas 1.200 pessoas em todo o Paraná, entre os dias 31 de agosto e 3 de setembro, com margem de erro de 2,83 pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%.
Moro lidera a corrida para o governo
Na pergunta espontânea — quando os nomes dos candidatos não são apresentados —, 18,4% dos entrevistados disseram que votariam em Sergio Moro. Sandro Alex (PSD) aparece com 10,4%, e Requião Filho (PDT), com 9,2%. Mais da metade, 54,3%, não soube ou não quis responder.
Quando os nomes das chapas completas são apresentados, o cenário muda: Moro e seu vice, Edson Vasconcelos (PL), somam 38,8% das intenções de voto. Sandro Alex e Rafael Greca (MDB) aparecem em segundo, com 27%, seguidos por Requião Filho e Michele Caputo (Solidariedade), com 21,8%.
Como fica em um possível 2º turno
A pesquisa testou três cenários de segundo turno. Entre Moro/Vasconcelos e Sandro Alex/Greca, a chapa de Moro venceria com 44,8% contra 40,5% — uma diferença dentro da margem de erro, portanto um empate técnico.
Já num confronto entre Moro/Vasconcelos e Requião Filho/Michele Caputo, a vantagem de Moro seria bem mais folgada: 57,5% a 31,2%.
No cenário sem Moro, entre Sandro Alex/Greca e Requião Filho/Michele Caputo, a chapa de Sandro Alex venceria por 52,9% a 28,6%.
Requião tem a maior rejeição
Na pergunta sobre em quem o eleitor não votaria de jeito nenhum, Requião Filho lidera com 43,8%, seguido por Moro, com 28,6%. Depois aparecem Sandro Alex (4,3%) e uma série de outros candidatos com índices menores.
No Senado, Deltan aparece na frente
O mesmo levantamento também mediu a disputa pelo Senado. Deltan Dallagnol (Novo) lidera com 11,6% das intenções de voto, seguido por Gleisi Hoffmann (PT), com 9,3%, e Alexandre Curi (Republicanos), com 7,2%.
Na sequência aparecem Filipe Barros (PL), com 3,2%; Cristina Graeml (PSD), com 0,8%; e Dr. Rosinha (PT), com 0,7%. Alvaro Dias (MDB) e Karen Guerreiro (Missão) somam menos de 1% juntos.
O dado que mais chama atenção nessa disputa é a indecisão: 62,2% dos entrevistados não souberam ou não quiseram indicar um nome para o Senado, e outros 4,3% disseram que votariam em branco ou nulo.



