As convenções partidárias chegaram ao fim no Paraná e o cenário eleitoral para outubro está praticamente fechado. Com as chapas definidas, os partidos agora correm contra o relógio para protocolar os registros de candidatura na Justiça Eleitoral, etapa obrigatória para que qualquer nome possa efetivamente disputar as eleições.
Ao longo de mais de duas semanas de convenções, partidos e federações fecharam as candidaturas que vão concorrer não só ao governo do Estado, mas também às 54 vagas da Assembleia Legislativa e às 30 cadeiras paranaenses na Câmara dos Deputados.

Corrida pelo Palácio Iguaçu tem oito candidatos
Para o governo do Paraná, oito nomes estão na disputa. As três maiores coligações são lideradas por Sandro Alex (PSD), que tem Rafael Greca (MDB) como vice; Sérgio Moro (PL), com Edson Vasconcellos na chapa; e Requião Filho (PDT), ao lado de Michele Caputo Neto (Solidariedade).
Completam a lista Luiz França (Missão), Alexandre Salomão (Mobiliza), Adriano Teixeira (PCO), Samuel de Mattos (PSTU) e Tayná Miessa (Unidade Popular) — esses cinco últimos concorrendo com chapas próprias, sem coligação.
Em número de partidos aliados, Sandro Alex lidera com nove legendas na coligação, seguido por Requião Filho, com oito, e Sérgio Moro, com quatro.
Duas vagas ao Senado também estão em disputa
O eleitor paranaense ainda vai escolher dois representantes para o Senado. Pela coligação de Sandro Alex, concorrem Cristina Graeml (PSD) e Alexandre Curi (Republicanos). Do lado de Sérgio Moro, estão Filipe Barros (PL) e Deltan Dallagnol (Novo). Já pelo grupo de Requião Filho, disputam Gleisi Hoffmann e Doutor Rosinha, ambos do PT. Completam a lista os candidatos de chapas próprias Karen Guerreiro (Missão), Joaquim Maciel (Unidade Popular) e Marcelo Marcelino (PCO).
Próximo passo é a análise do TRE-PR
Com as convenções encerradas, a bola passa para o Tribunal Regional Eleitoral do Paraná, responsável por analisar os pedidos de registro de cada candidatura. Segundo especialistas em direito eleitoral, os partidos precisam agora formalizar o registro, reunir a documentação exigida e aguardar o parecer do TRE — só depois disso os nomes ficam oficialmente aptos a disputar o pleito.



