O beach tennis no Brasil deixou de ser um modismo de verão e se tornou um dos esportes que mais crescem no país. Segundo a Confederação Brasileira de Tênis (CBT), o número de praticantes triplicou nos últimos anos, chegando a 1,1 milhão de adeptos em todo o país.

O crescimento acelerado do beach tennis no Brasil
A trajetória de crescimento chama atenção pela velocidade. Veja a evolução do número de praticantes segundo a CBT:
- 2021: aproximadamente 400 mil praticantes
- 2023: cerca de 1,1 milhão de praticantes
- Estimativa mais recente: pode superar 1,5 milhão de praticantes (fonte: Vincit Capital)
Esse salto tornou o Brasil o maior mercado mundial da modalidade.
Parte da explosão tem explicação direta: a chegada do beach tennis ao Brasil coincidiu com a pandemia, período em que o esporte se tornou uma alternativa segura por não exigir contato físico direto entre os jogadores.
Um esporte que também é negócio
O crescimento da modalidade abriu espaço para um mercado próprio. Academias e franquias especializadas vêm se multiplicando pelo país:
- Faturamento médio anual: próximo de R$ 1 milhão
- Lucratividade estimada: até 48% em modelos de franquia
Equidade e diversidade nas quadras
Outro dado que chama atenção é a equidade dentro das quadras: nas categorias recreativas, a divisão entre homens e mulheres está praticamente em 50/50, com mulheres ocupando espaço também como professoras, árbitras e dirigentes.
Brasil atrai talentos internacionais
O esporte também atrai talentos internacionais. Atletas estrangeiros, principalmente italianos, têm se mudado para o Brasil em busca de melhores oportunidades e reconhecimento na modalidade, reforçando a posição do país como o principal polo mundial do beach tennis.
Com o número de praticantes em franca expansão e um mercado que já movimenta franquias e academias por todo o país, o beach tennis consolida o Brasil não apenas como potência esportiva, mas também como um polo global de negócios ligados à modalidade.